# Tendências de fusões e aquisições na indústria em 2026

> Nearshoring, IA e earn-out: entenda as tendências de M&A na indústria em 2026 e prepare sua empresa para vender bem com igc Partners.

**Published:** 2026-09-30 | **Updated:** 2026-10-02 | **Author:** mihir
**URL:** https://www.igcp.com.br/artigos/tendencias-fusoes-aquisicoes-industria
**Type:** post

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## Content

*Escrito por: Murilo Oliveira, Sócio, IGC Partners*

## Principais lições deste artigo

- O mercado brasileiro de M&A industrial em 2026 está mais seletivo, com menos transações e maior valor médio por operação, e foco em ativos de qualidade.
- Compradores europeus estão mais ativos que os americanos na aquisição de indústrias brasileiras, impulsionados pelo nearshoring e pelo acordo Mercosul-União Europeia.
- Inteligência artificial e automação integradas ao processo operacional passaram a ser critério de valuation, com prêmio para empresas que colocam tecnologia no núcleo do negócio.
- A reforma tributária traz mais previsibilidade para precificação e due diligence, mas exige preparação para o novo regime de IVA dual e split payment.
- a igc partners é a maior casa de M&A da América Latina, com mais de 550 transações concluídas e acesso direto a mais de 6.000 compradores estratégicos e financeiros no Brasil e no exterior.

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## Consolidação seletiva: menos negócios, mais valor

O padrão dominante no M&A industrial brasileiro de 2026 é a consolidação seletiva. O número de transações caiu, mas o valor médio por operação subiu. Compradores estão mais criteriosos e a qualidade do ativo pesa mais do que nunca.

Para a indústria de médio porte, esse cenário reduz a competição por atenção dos compradores, mas eleva a régua de exigência. Uma indústria com posição competitiva defensável, receita previsível e boa governança entra no processo em posição muito mais favorável do que uma empresa que vai a mercado despreparada.

A leitura da igc partners, assessoria sell-side exclusiva que representa apenas quem vende, com mais de 550 transações concluídas no Brasil, na América Latina e em outros mercados, confirma esse movimento na vertical de Indústria. Os compradores que chegam ao processo hoje são mais sofisticados, fazem perguntas mais precisas na due diligence, o processo de investigação do ativo, e usam cada achado como argumento de redução de preço. A preparação antecipada passou a ser pré-requisito.

Os fatores que sustentam valor numa indústria de médio porte nesse ambiente incluem:

- Posição competitiva defensável por tecnologia, escala ou localização
- Relações duradouras com clientes e diversificação de carteira
- Previsibilidade de receita e margens saudáveis
- Governança organizada e ausência de contingências não mapeadas

Do outro lado, ativos físicos que exigem investimento futuro entram diretamente na conta do comprador e viram desconto. É o caso, por exemplo, de passivos ambientais e trabalhistas, titularidade de imóveis mal resolvida e contingências tributárias, que são os pontos mais sensíveis na due diligence industrial.

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## Nearshoring: a indústria brasileira no radar dos compradores europeus

O movimento de nearshoring, que é a transferência de operações produtivas para países próximos do mercado consumidor principal, ganhou urgência depois de três crises em sequência. A pandemia de COVID-19 paralisou fábricas e congestionou portos, a escassez de semicondutores de 2021-2022 afetou cadeias globais e a invasão da Ucrânia em 2022 forçou empresas europeias a reorganizar cadeias de fornecimento em poucas semanas. [Análise da Fundação Dom Cabral publicada em junho de 2026](https://posead.fdc.org.br/blog/nearshoring) mostra que a lógica do nearshoring passou a priorizar previsibilidade operacional em vez de custo mínimo.

O Brasil emergiu como um dos principais beneficiários desse movimento. Os compradores europeus estão mais ativos no Brasil do que os americanos em número de transações, e o capital europeu vem ganhando participação nas aquisições de indústrias brasileiras.

O histórico da vertical de Indústria da igc partners evidencia esse movimento. Nos últimos anos, a casa conduziu a venda de indústrias brasileiras para grupos europeus de diferentes países e setores:

- Cristal Embalagens, de Santa Catarina, para o grupo italiano Goglio
- Maxi Trust para a alemã DEUTZ AG
- Wolpac para a italiana FAAC
- Nepos para a italiana Came
- Athenas Cintos para a francesa Delta Plus
- Clamper para a francesa Legrand
- A Geradora para a francesa Loxam

Esses compradores europeus buscam um ativo pronto para operar. Eles valorizam fábrica em funcionamento, carteira de clientes estabelecida, certificações, equipe treinada e posição de mercado que permita integração rápida em cadeias globais. A compra de uma indústria brasileira já estabelecida é o caminho mais curto para entrar no mercado sem construir do zero.

O acordo Mercosul-União Europeia, [aprovado pelo Conselho da UE em janeiro de 2026 e ratificado pelo Senado brasileiro em março de 2026](https://sejarelevante.fdc.org.br/acordo-mercosul-ue-redefine-cadeia-de-suprimentos), reforça essa tendência. A zona de livre comércio que conecta cerca de 720 milhões de consumidores cria novos incentivos para que grupos europeus estabeleçam presença produtiva no Brasil, e a aquisição de indústrias locais é o caminho mais rápido para isso.

Uma aquisição de empresa brasileira por comprador internacional envolve, em média, R$ 1,42 bilhão, mais de cinco vezes o valor médio de uma transação entre empresas brasileiras, de R$ 273 milhões. Em geral, o comprador estrangeiro paga mais. O alvo preferencial continua sendo o middle market, com empresas que têm faturamento médio anual de R$ 202 milhões.

Para o empreendedor ou a empreendedora industrial que nunca considerou um comprador europeu como possibilidade, esse dado muda o cálculo. A igc partners mantém acesso direto a mais de 6.000 compradores estratégicos e financeiros no Brasil e no exterior, incluindo mais de 1.600 na Europa, Oriente Médio e África, com times dedicados em São Paulo e Miami. Mais de 50% das transações da casa envolvem compradores estrangeiros.

[Converse sobre compradores europeus](https://www.igcp.com.br/contato?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=tendencias-fusoes-aquisicoes-industria)

## IA e automação: o novo critério de valuation na indústria

A inteligência artificial e a automação industrial já influenciam diretamente a precificação de empresas. [Dados do IBGE mostram que 41,9% das empresas industriais brasileiras com 100 ou mais empregados utilizaram inteligência artificial em 2024, ante 16,9% em 2022](https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/08/06/inteligencia-artificial-passa-a-pesar-no-valuation-e-redefine-a-vantagem-competitiva-das-empresas-1.ghtml). A adoção quase triplicou em dois anos.

O impacto no valuation é direto. [Análise publicada na Exame em julho de 2026](https://exame.com/bussola/por-que-o-mercado-de-ma-cansou-de-empresas-com-puxadinhos-de-ia) aponta que compradores estratégicos e fundos de private equity aplicam um prêmio de eficiência e previsibilidade a negócios com tecnologia integrada ao núcleo operacional. No exemplo apresentado, uma empresa com maturidade em IA e EBITDA, resultado operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização, de R$ 6,5 milhões pode ser avaliada a múltiplo de 8x, ou R$ 52 milhões. Uma empresa analógica, com EBITDA de R$ 5 milhões, fica em 6x, ou R$ 30 milhões. A diferença entre as duas chega a R$ 22 milhões.

O mercado de M&A passou a diferenciar com clareza a tecnologia integrada da tecnologia superficial. O que vale é a IA integrada ao processo central do negócio, e não a ferramenta isolada. Uma camada superficial de automação sobre processos analógicos, o chamado puxadinho tecnológico, não gera prêmio. O prêmio vem da capacidade de operar com menor custo marginal, dados estruturados e potencial de escalar processos sem aumento proporcional de estrutura.

Os compradores passaram a valorizar numa indústria com IA integrada:

- Capacidade de crescer receita sem contratar proporcionalmente
- Dados estruturados que alimentam decisões operacionais
- Manutenção preditiva que reduz paradas não programadas
- Integração entre sistemas de gestão, como ERP, WMS e controle de produção, que gera rastreabilidade
- Processos documentados que sobrevivem à troca de pessoas-chave

Para o empreendedor ou a empreendedora industrial que ainda não avançou nessa frente, a mensagem é de urgência estratégica. A régua vai subir à medida que compradores mais sofisticados dominarem o mercado de M&A de médias empresas no Brasil. Quem começar a construir essa camada agora chega ao processo em posição muito mais favorável.

## Reforma tributária: mais previsibilidade para precificar e diligenciar

A reforma tributária brasileira, instituída pela Emenda Constitucional 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar 214/2025, é um dos fatores estruturais que mais afetam o M&A industrial em 2026. A leitura da igc partners é que a indústria tende a sair como a grande vencedora desse processo.

O novo modelo substitui os tributos atuais sobre o consumo por um IVA dual, Imposto sobre Valor Agregado, composto pela CBS, contribuição federal, e pelo IBS, imposto estadual e municipal, com período de transição de 2026 a 2033. [Análise da KPMG](https://kpmg.com/br/pt/insights/2026/05/impactos-estruturais-da-reforma-tributaria-na-cadeia-de-suprimentos.html) mostra que, sob o novo modelo de tributação no destino, decisões de localização industrial passam a ser guiadas por custos logísticos reais e proximidade de mercados consumidores, e não mais por incentivos fiscais estaduais que distorciam a lógica operacional.

Para quem compra uma indústria, isso pode significar uma due diligence menos opaca. No modelo anterior, a engenharia tributária tornava a indústria mais difícil de precificar. Plantas em regiões específicas para capturar incentivos de ICMS e estruturas societárias fragmentadas para redução de carga fiscal são exemplos disso. Compradores estrangeiros listados em bolsa, em particular, têm baixa tolerância a passivos tributários opacos. A reforma tende a simplificar essa leitura.

Existem pontos de atenção concretos para transações em curso. [Análise do escritório Bergamini Advogados](https://bergamini.adv.br/due-diligence-tributaria-em-ma-o-que-a-reforma-tributaria-adicionou-a-analise) indica que a due diligence tributária de 2026 precisa incluir perguntas que vão além dos passivos fiscais tradicionais:

- Como a empresa está mapeando seus créditos na transição entre regimes?
- O sistema de gestão, o ERP, está preparado para o novo regime?
- Qual o impacto do split payment, mecanismo que retém o tributo no momento da transação, nas projeções de capital de giro dos próximos três anos?

O split payment, [previsto para entrar em vigor a partir de 2027](https://bergamini.adv.br/due-diligence-tributaria-em-ma-o-que-a-reforma-tributaria-adicionou-a-analise), elimina o chamado float tributário, que é o período em que os valores dos tributos arrecadados permanecem no caixa da empresa. [Análise publicada no portal Reforma Tributária](https://reformatributaria.com/opiniao/releitura-do-valor-empresarial-impactos-sobre-indicadores-financeiros-valuation-e-ma-no-novo-iva-dual) mostra que, em uma venda de R$ 100, a empresa passa a receber cerca de R$ 73,5 enquanto o fisco recebe R$ 26,5 diretamente na liquidação. Isso aumenta a necessidade de capital de giro e pode alterar projeções de fluxo de caixa usadas no valuation.

Contratos de longo prazo firmados sob a lógica de ICMS e ISS também precisam passar por revisão. Cláusulas de reajuste e repasse tributário podem ficar incompatíveis com o novo modelo, e renegociar depois da aquisição costuma ser mais caro do que identificar o problema antes.

A leitura da igc partners é cautelosa. A reforma pode simplificar a due diligence industrial e reduzir o prêmio de risco fiscal exigido por compradores. A transição é longa, de 2026 a 2033, e os incentivos atuais de ICMS convivem com o novo modelo durante esse período. Nenhuma empresa deve ser precificada como se a reforma já estivesse concluída.

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## Estruturas de pagamento: como o earn-out pode beneficiar o vendedor

Num ambiente de juros altos e maior cautela dos compradores, as estruturas de pagamento em M&A ficaram mais sofisticadas. O earn-out, mecanismo em que parte do preço não é paga no fechamento, mas no futuro, condicionada ao desempenho da empresa num período definido, ganhou espaço como instrumento de ponte entre a expectativa do vendedor e a cautela do comprador.

O earn-out é neutro em si. O que define seu resultado é a estruturação. Análise publicada pela Análise Editorial indica que o earn-out tende a ganhar espaço nas negociações de M&A porque funciona como instrumento de acomodação da incerteza, inclusive a incerteza tributária da transição para o IVA dual.

Para o fundador que deseja continuar à frente da empresa após a venda, o earn-out pode ser a estrutura certa. Esse mecanismo permite capturar junto com a empresa o crescimento projetado. O earn-out não tem teto natural, e é possível negociar prêmio acima de determinados patamares de resultado. Em alguns casos, o valor recebido via earn-out supera o pagamento à vista inicial, mesmo quando a parcela contingente representa 30% do preço total e os 70% foram pagos no fechamento.

As métricas e as proteções contratuais definem o desfecho de um earn-out. A igc partners recomenda vincular o earn-out à receita, e não ao EBITDA, que é mais fácil de ser manipulado por reclassificações contábeis, diferimentos ou decisões do novo controlador. Análise do Log.Law aponta que aproximadamente 30% das transações com earn-out resultam em algum tipo de disputa, quase sempre por métricas mal definidas ou ausência de proteções operacionais.

Os pontos críticos para uma cláusula de earn-out segura incluem:

- Métrica objetiva e difícil de manipular, preferencialmente vinculada à receita
- Definição contábil precisa, com padrão aplicável e ajustes permitidos e vedados
- Direito de auditoria do vendedor durante o período de apuração
- Cláusula de proteção operacional, que assegure operação no curso normal dos negócios
- Cláusula de aceleração em caso de nova venda, fusão ou mudança de controle
- Mecanismo de resolução de disputas, preferencialmente arbitragem

Em paralelo ao earn-out, o trabalho é sempre antecipar o máximo possível do volume à vista. O valor recebido no fechamento, o closing, traz mais segurança ao preço acordado. A parcela à vista funciona como âncora do negócio, e o earn-out funciona como prêmio de quem entrega.

Para estruturar o deal de forma alinhada com os seus objetivos, a igc partners trabalha com a negociação da estrutura inteira. A definição de quanto será pago à vista, quanto será parcelado, qual o tamanho do earn-out, quais métricas o definem, quais garantias e retenções serão usadas e quais obrigações de indenização serão assumidas é o ponto em que se ganha ou se perde valor real. O preço de capa raramente corresponde ao valor que o empreendedor ou a empreendedora recebe.

## Quem compra a indústria brasileira: perfis e o que cada um valoriza

O universo de compradores de indústrias brasileiras de médio porte se diversificou nos últimos anos. A tabela abaixo resume os principais perfis ativos no mercado industrial e o que cada um representa para quem vende.

| Perfil de comprador | O que busca | O que isso significa para quem vende | Ticket médio relativo |
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| Estratégico nacional | Consolidação setorial, diluição de custo fixo, ganho de poder de negociação | Pode pagar acima do resultado financeiro atual pelas sinergias que enxerga, conhece o setor e negocia com precisão | Variável, com tendência a ser mais conservador em múltiplo |
| Estratégico internacional, especialmente europeu | Entrada no Brasil ou ampliação regional via nearshoring, com fábrica, carteira e equipe prontas | Valor médio pago significativamente superior ao de transações domésticas, com disposição a pagar prêmio por ativo pronto, conforme detalhado na seção de nearshoring | Mais alto em média, com exigência de certificações e governança |
| Private equity | Tese de crescimento com horizonte de saída definido e plataforma para consolidação setorial | Enxerga a empresa como oportunidade de retorno, exige governança, EBITDA recorrente e plano de crescimento claro | Baseado em múltiplo de EBITDA, sensível à qualidade dos números |
| Family office | Alocação patrimonial com horizonte longo e menor pressão por saída rápida | Perfil paciente, pode ser mais flexível na estrutura e menos exigente em governança formal | Variável, de acordo com o perfil do family office |

A igc partners cobre mais de 6.000 compradores estratégicos e financeiros com acesso direto, distribuídos entre mais de 2.000 na América Latina, mais de 1.900 nos Estados Unidos e Canadá, mais de 1.600 na Europa, Oriente Médio e África, e mais de 800 na Ásia e Oceania. O time de cobertura de compradores opera em São Paulo e Miami, com relacionamento recorrente que permite saber quem está com apetite hoje e o que cada um valoriza.

O caso da Sense Eletrônica ilustra o valor desse alcance. O cliente já tinha relacionamento com dois compradores tradicionais do setor. A igc partners incluiu no processo a TE Connectivity, que não estava entre os compradores óbvios daquele segmento. A presença da TE criou a dinâmica competitiva que elevou o valuation e pressionou os demais interessados. O processo foi concluído em menos de um ano, com desfecho acima das expectativas do cliente. Em muitos casos, o melhor comprador não é o mais óbvio.

## O momento de se preparar é agora

As tendências de M&A industrial em 2026 apontam em uma direção clara. O mercado vive consolidação seletiva, entrada crescente de capital estrangeiro, especialmente europeu, reforma tributária como fator de maior previsibilidade, IA e automação como critério de valuation e estruturas de deal mais sofisticadas, com earn-out ganhando espaço.

Para o empreendedor ou a empreendedora industrial, esse cenário cria uma janela de oportunidade. Janelas se fecham. Compradores que chegam ao mercado com capital e apetite hoje podem estar em outra posição daqui a dois ou três anos. Um processo bem conduzido leva, no mínimo, nove meses, com dois a quatro meses dedicados apenas à preparação.

O empreendedor ou a empreendedora não precisa ter decidido vender para iniciar a conversa com a igc partners. Quanto antes essa conversa acontecer, melhor para entender a situação atual da empresa, identificar o que precisa ser organizado e se posicionar para obter o melhor valor no momento certo. A experiência da A Geradora, empresa acompanhada pela igc por mais de uma década, da entrada de um fundo de private equity até a venda para a francesa Loxam, reforça esse ponto. O fundador Enilson Moreira resume essa visão ao afirmar: “Quando me perguntam sobre a indicação de um assessor financeiro, não tenho dúvidas: é a igc, porque eles entendem sua empresa, agregam valor, orientam com transparência e abrem um processo competitivo para garantir o melhor negócio.”

A igc partners é a maior casa de M&A da América Latina, líder em número de transações sell-side segundo o ranking da Mergermarket, com 118 operações nos últimos cinco anos, dados de junho de 2026. A atuação é exclusiva do lado de quem vende, sem conflito de interesses, com sócios conduzindo pessoalmente 100% das transações, do primeiro contato ao fechamento. São onze verticais setoriais com times dedicados: Agro, Business Services, Consumo, Varejo & Educação, Indústria, IT & Professional Services, Químicos, Real Estate, Saúde, Serviços Financeiros e Tech. Cada vertical opera com a profundidade de uma boutique especializada, apoiada pela escala da casa inteira, com mais de 200 especialistas, mais de 1.000 idas a mercado e a base de compradores já mencionada.

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## Perguntas frequentes sobre M&A na indústria

A seguir, estão reunidas dúvidas comuns de quem está avaliando uma transação na indústria, com remissão às seções correspondentes deste artigo para aprofundamento.

### Quais são as tendências de fusões e aquisições na indústria?

As tendências de fusões e aquisições na indústria são movimentos estruturais que determinam quem está comprando ativos industriais, por que compra, quanto paga e o que valoriza em cada período. Em 2026, este artigo detalha cinco eixos principais: consolidação seletiva, avanço do capital europeu via nearshoring, uso de IA e automação como critério de valuation, impactos da reforma tributária e uso crescente de estruturas de pagamento com earn-out. Cada um desses temas aparece em seção própria ao longo do texto.

### Quais são os tipos de fusões horizontal, vertical e conglomerado?

As classificações horizontal, vertical e conglomerado se aplicam a fusões, que são a combinação de duas empresas em uma só, e descrevem a relação entre as empresas envolvidas. A fusão horizontal ocorre entre empresas do mesmo setor e estágio da cadeia produtiva, como duas fabricantes de embalagens que se unem para ganhar escala e diluir custos fixos. A fusão vertical envolve empresas em estágios diferentes da mesma cadeia, como um fabricante de insumos que se une a um distribuidor para controlar mais etapas do processo. A fusão de conglomerado reúne empresas de setores distintos, sem relação direta de cadeia, geralmente com objetivo de diversificação de portfólio. Na prática do M&A industrial brasileiro, as operações mais comuns são aquisições, com compra de participação majoritária ou total, e parcerias estratégicas. A distinção entre os tipos de fusão ajuda a entender a lógica de sinergia que o comprador enxerga e o prêmio que está disposto a pagar.

### O que é earn-out e como ele pode beneficiar o vendedor?

O earn-out é um mecanismo em que parte do preço de venda não é paga no fechamento do negócio, mas no futuro, condicionada ao desempenho da empresa em um período definido. Na estrutura típica, o comprador paga um valor fixo no fechamento e uma parcela contingente vinculada ao desempenho futuro da empresa. Esse modelo pode beneficiar o vendedor ao permitir capturar parte do crescimento projetado, especialmente quando o fundador permanece na operação e contribui diretamente para os resultados que acionam o pagamento adicional.

## Saiba mais

- [Fusão e aquisição: qual é a diferença? Guia completo](https://www.igcp.com.br/artigos/diferenca-entre-fusao-e-aquisicao?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=tendencias-fusoes-aquisicoes-industria)
- [Consultoria de fusões e aquisições: o que é e como escolher](https://www.igcp.com.br/artigos/consultoria-fusoes-aquisicoes?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=tendencias-fusoes-aquisicoes-industria)
- [Etapas de fusão e aquisição: como vender sua empresa](https://www.igcp.com.br/artigos/etapas-de-fusao-e-aquisicao?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=tendencias-fusoes-aquisicoes-industria)
- [Avaliação de empresa para fusão: passo a passo completo](https://www.igcp.com.br/artigos/avaliacao-de-empresa-para-fusao?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=tendencias-fusoes-aquisicoes-industria)
- [Consultoria de M&A para venda de empresa: guia completo](https://www.igcp.com.br/artigos/consultoria-ma-venda-empresa?utm_source=ai-growth-agent&utm_term=tendencias-fusoes-aquisicoes-industria)

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    - **Name:** Murilo Oliveira
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    - **Description:** Murilo Capellini Carvalho de Oliveira é profissional de marketing com trajetória voltada a estratégia, marca e negócios. Atualmente, integra a igc partners, boutique independente de M&A e assessoria financeira, e traz experiência em construção de marcas, pensamento estratégico e desenvolvimento de iniciativas conectadas a resultados de negócio. É formado pela ESPM e possui experiência em projetos reconhecidos no mercado, incluindo trabalhos premiados no Effie Awards Brasil.
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## Citations

- [Due diligence em M&amp;A: como cada achado vira desconto](https://www.igcp.com.br/artigos/due-diligence-em-ma)
- [Alternativas à venda de empresa familiar: guia de decisão](https://www.igcp.com.br/artigos/melhores-alternativas-venda-empresa-familiar)
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