
Significa que o empresário que vende sua empresa fala, do outro lado da mesa, com alguém que também é dono do próprio negócio: um sócio da igc. Não é um executivo cumprindo uma função, é um dono conduzindo uma transação pela qual responde pessoalmente. Os dois lados da conversa carregam o mesmo tipo de responsabilidade — sobre o resultado, sobre a reputação, sobre o que aquele desfecho significa. Essa simetria muda a qualidade da relação desde a primeira reunião.
Porque quem é dono entende as dores de quem é dono. O sócio da igc sabe o que significa construir algo do zero, carregar a folha de pagamento nos meses difíceis, ter o patrimônio da família concentrado no negócio, sentir o peso de uma decisão que não tem volta. A venda de uma empresa não é uma operação financeira como outra qualquer — é um momento de vida. Quem conduz precisa entender isso não como conceito, mas como vivência. É a diferença entre tratar a transação como mais um mandato no pipeline e tratá-la como o que ela é para o empresário: única.
Grandes instituições financeiras contam com executivos competentes e bem preparados — e são, inclusive, compradoras frequentes em transações no mercado brasileiro. A diferença está no modelo. O executivo é um profissional em carreira: pode mudar de área, receber uma proposta, trocar de instituição — movimentos legítimos e naturais na vida corporativa. O sócio da igc não vai a lugar nenhum: o nome dele está na casa, o patrimônio dele está na casa, o compromisso dele é com o desfecho de cada transação que conduz. Para um processo que costuma durar muitos meses, essa diferença de vínculo importa.
Essa é uma das perguntas mais subestimadas por quem contrata um assessor de M&A. Uma venda de empresa envolve confiança construída ao longo de meses: o assessor conhece a história do negócio, os números, as sensibilidades do vendedor. Quando essa pessoa troca de time no meio do caminho, o empresário recomeça a relação do zero no momento em que menos pode se dar a esse luxo. Na igc, quem conduz é sócio — não vai pedir demissão, não vai trocar de time. Está lá do início ao fim, e costuma continuar por perto depois do fechamento.
Na igc, os sócios lideram pessoalmente as transações — não é um detalhe de organograma, é a forma como a casa organiza o trabalho. Com 35 sócios e mais de 520 deals, a estrutura é desenhada para que o modelo de dono pra dono chegue a cada processo e não se dilua à medida que o número de transações cresce. Não é equipe delegada gerenciando o cliente: é sócio conduzindo, do primeiro contato ao fechamento.
A remuneração de um assessor de M&A costuma ser majoritariamente por sucesso, atrelada ao fechamento. O modelo de dono pra dono reforça exatamente esse alinhamento: o sócio que conduz é remunerado pelo resultado que entrega ao cliente e responde por ele sem camadas intermediárias que diluam a responsabilidade. Empresário e sócio estão, literalmente, do mesmo lado da mesa.
A forma mais simples é perguntar diretamente: quem vai conduzir o processo no dia a dia? Essa pessoa é dona da casa ou é um executivo de passagem? Ela estará nas negociações decisivas e no fechamento — ou aparece na captação e depois delega? As respostas revelam se o compromisso de quem assina o mandato é com o processo inteiro ou apenas com o início dele. Vale ouvir com atenção: a resposta antecipa como será a jornada.
Na igc, os sócios lideram pessoalmente as transações. O empresário fala com alguém que também é dono — que entende as dores de quem construiu um negócio, responde diretamente pelo resultado e estará presente do primeiro contato ao fechamento, sem risco de trocar de time no meio do caminho.
Com 35 sócios e mais de 520 deals, a estrutura é desenhada para que o modelo de dono pra dono chegue a cada processo, com especialização setorial e acesso a mais de 6.000 compradores no Brasil e no exterior.
É o modelo em que um sócio da igc — alguém que também é dono — conduz pessoalmente a transação, do primeiro contato ao fechamento, falando com o empresário de igual para igual.
O executivo é um profissional em carreira, que pode mudar de instituição ou de área ao longo do processo. O sócio é dono da casa: não pede demissão, não troca de time e responde pessoalmente pelo resultado.
Pergunte diretamente, antes de contratar: quem estará no dia a dia e nas negociações decisivas? Essa pessoa é dona da casa? Estará presente até o fechamento?