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Boutique de M&A para empresas familiares: seu guia em 2026

Boutique de M&A para empresas familiares: seu guia em 2026

Escrito por: Murilo Oliveira, Sócio, igc partners

Principais lições deste artigo

  • Empresas familiares representam 90% das empresas brasileiras e 65% do PIB, mas apenas um terço passa para a segunda geração, o que reforça a necessidade de preparação profissional para sucessão ou venda.

  • A assimetria de experiência entre o empreendedor ou a empreendedora que vende uma vez e o comprador profissional exige assessoria especializada para evitar aceitar ofertas abaixo do potencial real.

  • Boutiques de M&A sell-side exclusivas, como a igc, colocam sócios seniores na linha de frente, reduzem conflitos de interesse e mantêm foco total na maximização de valor para o vendedor.

  • Um processo de venda estruturado em três fases, preparação, roadshow e diligência, costuma durar de 9 a 15 meses e cria competição real entre múltiplos compradores qualificados.

  • Para empresas familiares que buscam assessoria especializada em M&A, agende uma conversa com a igc para avaliar como maximizar o valor da transação.

O que é uma boutique de M&A e o que ela faz?

Uma boutique de M&A é uma assessoria financeira independente e especializada que apoia empresas familiares em processos de venda, fusão, sucessão ou captação de recursos. Esse tipo de casa trabalha com atendimento artesanal, sócios sêniores na linha de frente e foco em um dos lados da transação.

No sell-side, o lado de quem vende, a boutique prepara a empresa para o mercado, conduz o valuation, mapeia compradores qualificados, gerencia as negociações e protege os interesses do empreendedor ou da empreendedora em cada etapa.

Boutiques de M&A trabalham com um número menor de clientes por vez e oferecem atenção dedicada a cada processo. Elas podem ser boutiques exclusivas de um único setor ou boutiques com mais setores, mas generalistas, sem especialização setorial profunda.

A igc é a única com escala para manter equipes especializadas em todos os setores ao mesmo tempo. A igc partners é a maior casa de M&A da América Latina, fundada em 1997.

A igc opera como uma boutique em cada setor, com profundidade de especialização e atenção dedicada ao empreendedor ou à empreendedora em cada mandato. Ao mesmo tempo, combina esses atributos com seu time de 35 sócios e mais de 200 especialistas, uma escala que amplia o acesso a compradores e aumenta a competição real no processo.

Com isso, a igc tem mais de 550 transações concluídas em sua história. O ranking da Mergermarket a aponta como líder em M&A sell-side na América Latina, com 118 transações nos últimos cinco anos, com dados coletados em junho de 2026. Mais de 50% dessas transações envolvem players estrangeiros, com acesso direto a mais de 6.000 compradores no Brasil e no exterior.

Equipe de profissionais da IGC Partners reunida no escritório
O time por trás de cada transação — a casa do empreendedor(a) há mais de 29 anos.

Comparação de assessorias: boutique vs. banco de investimento

Bancos de investimento oferecem escala, balanço e executivos experientes. Esse modelo, porém, cria limitações estruturais para quem construiu uma empresa e quer garantir o melhor resultado na saída.

A tabela abaixo resume as diferenças que mais impactam o empreendedor:

Dimensão

Boutique de M&A

Banco de investimento

Foco

Assessoria em M&A como atividade principal

M&A é uma linha dentro de portfólio amplo, com crédito, mesa e wealth

Conflito de interesses

Representação de compradores e vendedores (buy-side e sell-side), com incentivos divididos, na maioria dos casos; atuação exclusiva no sell-side, como na igc partners, é rara e elimina o conflito de representar o comprador em outros mandatos

Representação de compradores e vendedores (buy-side e sell-side), com incentivos divididos

Quem conduz

Sócios seniores na linha de frente, do início ao fim

Executivo em carreira, com risco de troca no meio do processo

Especialização

As opções costumam ser boutiques exclusivas de um único setor ou boutiques generalistas; a igc é a única com escala para manter especialistas em diversos setores

Abordagem generalista, organizada por produto e cobertura

O conflito de interesses merece atenção. Tanto boutiques quanto bancos que atuam nos dois lados da mesa, sell-side em um mandato e buy-side em outro, sofrem pressão sutil para preservar relacionamentos com compradores recorrentes. A igc é sell-side exclusiva desde 1997: nunca representou um comprador. Essa escolha faz parte do desenho da casa desde o primeiro dia.

Além dessas diferenças estruturais, existe outro problema prático que afeta diretamente o empreendedor: a substituição de equipe. Um dos desafios recorrentemente reportados por empresários na contratação de grandes assessorias é o fenômeno em que sócios seniores aparecem na venda, mas a execução fica com profissionais juniores. Na igc, sócios conduzem 100% das transações, do primeiro contato ao fechamento.

Mapa-múndi escuro com pontos de conexão iluminados representando o alcance global da IGC Partners
Referência global em M&A: conexões que levam o empresário brasileiro a compradores no mundo todo.

O papel de uma boutique no M&A de empresas familiares

Empresas familiares concentram desafios específicos que exigem atenção dedicada de um assessor de M&A.

Sucessão. Levantamento do IBGC de 2025 indica que 72% das empresas familiares brasileiras não possuem plano de sucessão formalizado. Mais de 50% consideram M&A como saída de sucessão. Mas quando não existe sucessor preparado ou interessado, a boutique deve estruturar alternativas à venda total, como venda parcial, entrada de sócio financeiro, recapitalização ou transição em etapas.

Reunião entre empresário sênior e profissionais mais jovens discutindo sucessão familiar empresarial
Sucessão familiar e venda da empresa: decisões de uma geração que definem a próxima.

Conflitos familiares. Em processos de venda com múltiplos herdeiros, o maior risco costuma ser a falta de alinhamento interno antes de ir ao mercado. A boutique deve atuar como mediadora neutra, separar propriedade de gestão e estruturar a conversa familiar antes de qualquer contato externo.

Valuation e preparação. Sem a mediação de um advisor, a exposição direta da família às incertezas do M&A tende a gerar ansiedade, perda de foco e impacto negativo no valor da transação. A boutique deve calcular o valor real da empresa, organizar a governança e definir a narrativa antes de ir ao mercado. Esse trabalho se reflete em resultados concretos.

Mesa executiva com relatório de valuation e vista da cidade ao amanhecer, tema avaliação de empresas e EBITDA
Quanto vale a sua empresa? O valuation começa muito antes do múltiplo de EBITDA.

A igc tem histórico consistente com empresas familiares de segunda e terceira geração. A Plury Química, por exemplo, iniciou o relacionamento com a igc em 2014 e concluiu a venda para a Manuchar em fevereiro de 2023, após quase uma década de preparação e acompanhamento próximo.

O empreendedor não precisa ter tomado a decisão de vender para iniciar uma conversa com a igc. Quanto mais cedo esse diálogo começa, mais tempo existe para entender a situação real da empresa, identificar pontos de melhoria e se organizar com calma. Essa preparação antecipada é o que permite alcançar o melhor valor quando o momento da transação chegar.

Como o empreendedor Joan Torrent, da Oligo Basics, explica: “Eu descobri coisas na minha empresa que nem eu sabia. Eu diria que empresas familiares deveriam fazer o processo mesmo sem intenção de vender. É aí que você vê o que é realmente valioso na sua empresa. Sem a igc, o valor da empresa que vendemos seria entre 20% ou 30% menor.”

Qual o passo a passo do processo de venda de uma empresa familiar com a ajuda de uma boutique de M&A?

Na igc, o processo de venda segue três fases sequenciais, descritas aqui de forma resumida, com validação do empreendedor em cada etapa:

Fase 1, preparação (2 a 4 meses). Essa fase ocorre de forma interna e sob sigilo total. Nenhum comprador é contatado nesse momento. A igc executa um diagnóstico da companhia e uma pré-diligência para antecipar o que o comprador vai encontrar. Em seguida, elabora a tese de investimento, o valuation e o plano de negócios, Também define a lista de compradores. Empresas familiares que alcançam o topo da faixa de valuation do setor costumam iniciar essa preparação de 12 a 24 meses antes e tratam o processo como um projeto com cronograma.

Fase 2, roadshow e negociações (3 a 5 meses). A abordagem inicial ocorre por meio de um teaser anônimo, uma apresentação que não identifica a empresa. Os compradores assinam NDAs, participam de management presentations e recebem uma carta-processo, com regras iguais para todos. As NBOs, propostas não vinculantes, chegam em paralelo. Vários compradores avançam ao mesmo tempo, o que cria competição real: compradores que acreditam estar sozinhos raramente apresentam sua melhor oferta.

Fase 3, diligência e contratos (3 a 6 meses ou mais). O comprador conduz due diligence financeira, fiscal, trabalhista, jurídica e ambiental. As partes negociam o SPA, contrato de compra e venda, além de garantias, retenções, earn-out e obrigações de indenização. O processo termina com signing, assinatura, e closing, fechamento.

Caderno de due diligence e documentos sobre mesa de escritório com vista noturna da cidade
A due diligence é onde o negócio se sustenta — ou se refaz. Preparo é tudo.

O prazo total típico varia de 9 a 15 meses. Processos mais complexos podem chegar a 18 ou 24 meses, conforme porte, setor e eventuais aprovações regulatórias.

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O que mais uma boutique de M&A deve reforçar?

O peso emocional da venda

Em operações de M&A com empresas familiares, fatores intangíveis como orgulho pelo legado, compromisso com colaboradores, preservação da identidade organizacional e continuidade da cultura influenciam diretamente a escolha do comprador e a condução das negociações.

Por isso, vender uma empresa familiar é um momento de vida e não apenas uma operação financeira. Quem construiu algo do zero, virou noites e carregou a folha de pagamento nos meses difíceis concentrou o patrimônio da família no negócio. Essa pessoa não consegue tratar a venda com frieza, e não precisa fazer isso.

Os medos mais comuns que os empreendedores e as empreendedoras relatam incluem:

  • Perder o legado construído ao longo de décadas

  • Ansiedade com o futuro dos funcionários

  • Sensação de abandonar o negócio

  • Medo de errar de forma irreversível por assimetria de informações

  • Desgaste emocional ao longo de um processo que dura muitos meses

Diante desses medos, uma boa boutique de M&A funciona como um escudo. O assessor fica entre as partes, filtra o que vem de um lado antes de chegar ao outro e escolhe o que dizer e como dizer, preservando a relação com quem vai comprar a companhia. Os momentos decisivos costumam acontecer à noite e no fim de semana.

Tiago Reis, fundador da Suno, viveu esse processo e resume o que sentiu durante a transação: “M&A é muito angustiante para quem está envolvido. A proximidade e a experiência dos sócios da igc fizeram toda diferença na minha transação.”

Fundadores de empresas familiares frequentemente vivenciam a empresa como extensão de sua identidade pessoal e reputação familiar, o que torna a venda uma decisão que vai muito além do preço. Reconhecer esse componente emocional, e contar com um assessor que também reconhece, faz parte do serviço contratado.

Alternativas à venda total

Vender a totalidade da empresa é apenas uma das saídas possíveis. A estrutura da operação precisa refletir o objetivo do empreendedor ou da empreendedora. A igc estrutura as alternativas abaixo:

  • Venda total: o comprador adquire 100% da empresa.

  • Venda parcial com troca de controle: o comprador se torna majoritário e o fundador mantém participação.

  • Recapitalização: um sócio financeiro ou estratégico entra sem assumir o controle.

  • Entrada de sócio minoritário: o fundador recebe capital e conhecimento e preserva o comando.

  • Fusão: duas empresas combinam operações.

  • Aliança estratégica ou joint venture: as partes firmam parceria estruturada sem fusão societária completa.

  • Captação de recursos em equity: a empresa realiza rodadas de investimento, como séries A, B e C.

  • Jornada para IPO: a companhia se prepara para abertura de capital.

Em sucessão familiar, ainda é possível profissionalizar a gestão, separar propriedade de administração e conduzir uma transição em etapas. A pergunta que abre o trabalho na igc não trata apenas de preço. O ponto de partida é o objetivo do empreendedor ou da empreendedora.

Quanto custa e como escolher a boutique de M&A certa?

No mercado brasileiro, a remuneração de boutiques de M&A combina, na maioria dos mandatos, um retainer e um success fee. O retainer é um honorário fixo mensal ou por etapa, que remunera o trabalho de preparação. O success fee é um percentual sobre o valor da transação pago somente no fechamento.

Os percentuais variam conforme porte, setor e complexidade da operação, definidos caso a caso. Uma conversa com a igc é o ponto de partida para entender como isso se aplica ao seu processo.

O empreendedor ou a empreendedora precisa esclarecer quem vai conduzir o processo no dia a dia. Essa pessoa pode ser sócia da casa ou executiva em carreira, por exemplo. Também precisa confirmar se o profissional estará presente nas negociações decisivas e no fechamento.

Outros critérios relevantes para avaliar uma boutique:

  • Exclusividade sell-side: verificar se a boutique representa apenas vendedores ou também compradores em outras transações.

  • Especialização setorial: avaliar a experiência no setor e a profundidade do time dedicado.

  • Alcance de compradores: confirmar a capacidade de acessar compradores nacionais e internacionais.

  • Histórico comprovado: pedir referências de transações concluídas no setor específico.

  • Transparência em conflitos: perguntar diretamente se a casa representa compradores em outros mandatos.

O maior custo costuma ser o de negociar sozinho, uma única vez na vida, contra compradores que fazem isso profissionalmente todos os meses. Por exemplo, Juliano Cornacchia, da Vórtx, captou uma rodada sozinho. Um ano e meio depois, refez o processo com a igc e alcançou um valuation seis vezes maior.

FAQ: perguntas frequentes sobre boutique de M&A para empresas familiares

O que é uma boutique de M&A?

Uma boutique de M&A é uma assessoria financeira independente especializada em fusões e aquisições. Diferentemente de grandes bancos de investimento, que oferecem múltiplos produtos financeiros, a boutique tem o M&A como atividade principal. Em geral, representa exclusivamente um dos lados da transação, normalmente o vendedor, e conduz o processo com sócios seniores na linha de frente, desde a preparação até o fechamento. Esse modelo atende bem empresas de médio porte, especialmente familiares, que precisam de atenção dedicada e alinhamento de interesses.

Quais as maiores boutiques de M&A no Brasil?

O mercado brasileiro reúne boutiques de diferentes portes e especializações. Fora da igc, as opções disponíveis são boutiques exclusivas de um único setor ou assessorias generalistas, sem especialização setorial profunda. A igc partners é líder em número de transações de M&A sell-side na América Latina, como mencionado anteriormente. A casa opera com uma estrutura única, que reúne dez equipes setoriais dedicadas, cada uma com sócios, associados e analistas focados em um setor específico: Agronegócio, Bens de Consumo e Varejo, Educação, Energia e Infraestrutura, Imobiliário, Industriais, Saúde, Serviços, Serviços Financeiros e Tecnologia. É a única com escala para manter especialistas em todos esses setores ao mesmo tempo. Ao avaliar qualquer boutique, o critério central é quem conduz o processo no dia a dia e se a casa atua de forma sell-side exclusiva.

Quanto custa uma boutique de M&A?

O custo varia conforme porte, setor e complexidade da operação. O modelo predominante combina um retainer, honorário fixo mensal ou por etapa, que remunera o trabalho de preparação, e um success fee, percentual sobre o valor da transação pago somente no fechamento. O success fee representa a maior parte da remuneração e alinha os incentivos, porque a assessoria só captura valor relevante quando o empreendedor ou a empreendedora também captura. Valores exatos são definidos caso a caso, diretamente com o empreendedor ou a empreendedora. Converse com a igc para entender como esse modelo se aplica ao seu processo.

Como funciona o processo de venda de uma empresa familiar?

O processo segue três fases. Na preparação, que dura de 2 a 4 meses, a empresa é organizada internamente. Isso inclui diagnóstico, valuation, tese de investimento e lista de compradores, sempre sob sigilo e sem contato externo. No roadshow e negociações, que duram de 3 a 5 meses, compradores qualificados recebem teaser anônimo, assinam NDAs, participam de apresentações e enviam propostas em paralelo. Na diligência e contratos, que duram de 3 a 6 meses ou mais, o comprador investiga a empresa em profundidade e as partes negociam o contrato definitivo, com preço, estrutura de pagamento, earn-out, garantias e retenções. O prazo total típico varia de 9 a 15 meses.

Qual a diferença entre boutique e banco de investimento?

A diferença central está no modelo de atuação. Bancos de investimento tratam M&A como uma linha dentro de um portfólio amplo de produtos, como crédito, mesa, wealth e mercado de capitais. Esse arranjo cria incentivos divididos, porque o banco pode representar compradores em outras transações, e aumenta o risco de troca de equipe, já que quem conduz é um executivo em carreira. Boutiques têm o M&A como atividade principal, colocam sócios na linha de frente e, quando atuam de forma sell-side exclusiva, evitam relacionamentos paralelos com o comprador. A igc mantém essa exclusividade desde sua fundação, como já destacado.

Como escolher uma boutique para minha empresa?

O empreendedor ou a empreendedora precisa fazer três perguntas diretas:

  • Quem vai conduzir o processo no dia a dia, um sócio ou um executivo de passagem?

  • A boutique representa compradores em outras transações?

  • Qual é a experiência com empresas do setor da companhia?

Além disso, vale pedir referências de transações concluídas no setor, avaliar o alcance real de compradores, incluindo internacionais, e verificar se o modelo de remuneração alinha os incentivos. Boutiques sérias recusam mandatos quando o negócio não tem condição real de fechar bem, e essa recusa antecipada mostra que o sistema de incentivos funciona a favor do empreendedor ou da empreendedora.

Vender é a única opção para empresas familiares?

Vender a empresa não é a única opção. Existem alternativas como venda parcial com troca de controle, recapitalização, entrada de sócio minoritário, fusão, aliança estratégica, captação de recursos e jornada para IPO. Em sucessão familiar, ainda é possível profissionalizar a gestão, separar propriedade de administração e estruturar uma transição em etapas. A escolha depende do objetivo do empreendedor ou da empreendedora, como preservar o legado, obter liquidez, financiar crescimento ou resolver um conflito societário. A estrutura da operação precisa refletir essa decisão.

A casa do empreendedor ou da empreendedora

Vender uma empresa familiar é um momento de vida em que o empreendedor ou a empreendedora enfrenta uma assimetria estrutural. Quem vende faz isso uma vez, enquanto os compradores compram com frequência. Sem preparação, sem competição e sem um assessor exclusivamente do lado do vendedor, o resultado tende a ficar abaixo do potencial.

A igc partners nasceu em 1997 justamente para enfrentar essa assimetria, em um mercado financeiro organizado para servir o comprador. Hoje, quase três décadas depois, a casa reúne 35 sócios que conduzem pessoalmente 100% das transações, mais de 550 operações concluídas, dez boutiques setoriais dentro de uma só estrutura e acesso direto a mais de 6.000 compradores no Brasil e no exterior, com mais de 50% das transações envolvendo players estrangeiros.

Essa combinação faz da igc a casa do empreendedor ou da empreendedora, de dono para dono.

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