Escrito por: Murilo Oliveira, Sócio, igc partners (https://www.linkedin.com/in/murilo-capellini-carvalho-de-oliveira-702844a1)
Principais lições deste artigo
- Usar quatro critérios de decisão: objetivo do capital, apetite por diluição, momento do mercado e capacidade de pagamento.
- Acessar múltiplas fontes de capital: uma empresa de médio porte pode captar desde crédito estruturado via CRI, CRA, debênture e FIDC até private equity e fundos soberanos, desde que prepare financials, governança e tese de investimento.
- Criar competição entre investidores: um processo competitivo com múltiplos investidores qualificados tende a elevar valuation e melhorar condições; negociar sozinho com o primeiro interessado costuma reduzir o valor obtido.
- Investir na preparação interna: a etapa de diagnóstico, pré-diligência, tese de investimento e valuation ajustado leva em média de dois a quatro meses e pode aumentar significativamente o valor final da empresa.
- Conversar com um assessor especializado: para estruturar a melhor captação para o seu momento, fale com a igc partners.
Passo 1: como escolher entre dívida, equity e editais
A primeira decisão de uma captação é estrutural. A empresa define de onde vem o capital e o que ele custa em dinheiro, em controle e em flexibilidade futura. Quatro critérios orientam essa escolha:
- Objetivo do capital: capital de giro, expansão geográfica, aquisição de concorrente, verticalização, alongamento de passivo ou inovação pedem estruturas de financiamento diferentes.
- Apetite por diluição: o empreendedor ou a empreendedora precisa decidir se aceita abrir participação societária ou se prefere manter o controle intacto.
- Momento do mercado: quando o múltiplo do setor está deprimido, a diluição custa mais, porque a empresa entrega uma fatia maior pelo mesmo dinheiro.
- Capacidade de pagamento: dívida gera obrigação de pagamento independentemente do resultado, enquanto equity não gera essa obrigação.
Com esses critérios em mãos, as três grandes categorias se distinguem assim:
| Característica | Dívida | Equity | Híbrido |
|---|---|---|---|
| Diluição | Nenhuma, o empreendedor mantém 100% do capital social | Presente, o investidor recebe participação societária | Parcial, depende da estrutura negociada |
| Garantias | Exigidas, como ativo imobiliário, recebíveis, safra ou estoque | Dispensadas, o investidor assume o risco do negócio | Variável, pode combinar garantia real com participação |
| Obrigação de pagamento | Presente, com juros e principal em datas definidas | Inexistente, o retorno vem de dividendos ou valorização futura | Parcial, a parte de dívida tem obrigação e a parte de equity não |
| Perfil de empresa | Empresa com geração de caixa previsível e garantias disponíveis | Empresa em crescimento acelerado ou que precisa de capital sem comprometer caixa | Empresa que busca capital com mais flexibilidade e aceita diluição limitada |
Dívida estruturada vs. crédito de prateleira: dentro da categoria de dívida, existe uma diferença relevante. O crédito de prateleira é o produto padronizado do banco, com taxa dada, garantia exigida e prazo fixo. O crédito estruturado segue lógica oposta: parte da necessidade da empresa e monta a operação caso a caso. Para isso, usa instrumentos do mercado de capitais como CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários), CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio), debênture, nota comercial e FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios). A igc Capital Solutions atua nessa frente para o empreendedor ou a empreendedora que precisa de capital sem se diluir.
| Característica | Crédito de prateleira | Crédito estruturado |
|---|---|---|
| Origem | Banco comercial, com produto padronizado | Mercado de capitais, com estrutura desenhada caso a caso |
| Taxa | Definida pelo banco, com pouca margem de negociação | Resultado de processo competitivo entre investidores |
| Garantia | Exigida conforme política interna do banco | Negociada a partir do lastro disponível da empresa |
| Prazo | Definido pelo produto bancário | Estruturado conforme a necessidade da empresa |
| Flexibilidade | Baixa, o produto não se adapta à empresa | Alta, a estrutura parte da necessidade da empresa |
Editais e recursos públicos formam uma terceira via, voltada principalmente para inovação, pesquisa e desenvolvimento. A escala desses programas é relevante: o Mais Inovação, operado pelo BNDES, pela FINEP e pela EMBRAPII, já desembolsou R$ 60 bilhões de um total planejado de R$ 108 bilhões para projetos de inovação e digitalização até 2026. O atrativo está no caráter não dilutivo e na ausência de obrigação de pagamento, com critérios de elegibilidade específicos e prazos longos de aprovação.
Passo 2: as formas de captação de recursos para empresas no Brasil
Definida a lógica da escolha, o próximo passo é conhecer o mapa completo das alternativas disponíveis para uma empresa de médio porte no Brasil. Cada forma de captação responde de maneira diferente a objetivo do capital, diluição, momento de mercado e capacidade de pagamento:
- Financiamento bancário: inclui linhas do BNDES, Desenvolve SP e bancos comerciais. Atende melhor empresas com histórico de crédito e garantias disponíveis. A taxa média das operações de crédito com recursos livres para pessoas jurídicas alcançou 25,19% ao ano em maio de 2026, o maior nível desde 2017, o que torna o crédito bancário caro para a maioria das empresas.
- Equity, investidor-anjo: envolve cheques menores e atende estágios iniciais. Raramente é a alternativa principal para uma empresa de médio porte.
- Equity, venture capital: financia rodadas em empresas de tecnologia com crescimento acelerado. Funciona melhor para negócios com tese de crescimento exponencial.
- Equity, private equity: reúne fundos que adquirem participação com horizonte de médio a longo prazo. A maioria dos fundos de private equity no Brasil busca empresas com faturamento a partir de R$ 50 milhões. Essa alternativa favorece empresas com geração de caixa e plano claro de crescimento.
- Equity, fundo soberano: aporta cheques grandes em processos longos, com comitês formais. A igc conduziu a entrada do GIC, fundo soberano de Cingapura, na Sankhya, empresa de tecnologia, com investimento de R$ 425 milhões, em uma captação com investidor minoritário.
- Crowdfunding de investimento: a Resolução CVM 88 permite captação de até R$ 15 milhões por ano via equity crowdfunding. Essa via atende melhor empresas menores ou em estágio de crescimento inicial.
- Empréstimo entre pessoas: funciona sob regulação do Banco Central por meio das Sociedades de Empréstimo entre Pessoas (SEPs). Costuma atender necessidades de menor volume.
- Editais e recursos públicos: incluem programas de FINEP, BNDES e Embrapii. Favorecem projetos de inovação e desenvolvimento tecnológico, com foco em pesquisa e digitalização.
- Crédito estruturado via mercado de capitais: usa CRI, CRA, debênture, nota comercial e FIDC. Atende empresas com geração de caixa, garantias disponíveis e necessidade de capital sem diluição. O Regime Fácil, criado pela CVM e em vigor desde março de 2026, reduz os custos de acesso ao mercado de capitais para companhias com receita bruta anual inferior a R$ 500 milhões, o que amplia as alternativas para médias empresas.
Transparência importante: a igc não é uma instituição financeira e não concede crédito. A casa assessora e estrutura a captação, enquanto o investidor aporta o capital. O mesmo vale para a igc Capital Solutions, que não origina crédito próprio nem carrega o papel em carteira.
Passo 3: como se preparar para captar e por que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado importa
Escolhida a modalidade, a empresa precisa se preparar para ir a mercado. Antes de qualquer conversa com investidores, eles examinam um conjunto de elementos que determinam se a empresa é investível e a que preço. Os principais são:
- Financials organizados: demonstrações dos últimos três a cinco anos, com clareza sobre receita, margens e geração de caixa.
- Captable claro: estrutura societária sem pendências ou conflitos entre sócios.
- Governança: processos, controles e separação entre patrimônio pessoal e empresarial.
- Tese de investimento: explicação objetiva sobre por que esta empresa, por que agora e qual é o plano com o capital captado.
- Uso dos recursos: clareza sobre o destino do dinheiro e o retorno esperado.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização ajustado e o valuation: o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (ebitda) costuma servir de base para o cálculo de valuation. O ebitda ajustado remove itens não recorrentes e despesas que não se manteriam com um novo investidor, como pró-labore acima de mercado, gastos pessoais lançados na empresa, contratos com partes relacionadas fora de condições comerciais, multas e litígios encerrados. Cada um desses ajustes aumenta a base de cálculo e, como o valuation é um múltiplo sobre essa base, o efeito se multiplica no preço final.
O valuation funciona como valor indicativo, um ponto de partida para a conversa. O número da planilha não define sozinho o preço final. A competição entre investidores qualificados e as alavancas de valor identificadas na companhia são os fatores que deslocam o preço para cima. Um bom assessor trabalha para criar esse ambiente competitivo e para mostrar o potencial da empresa além do múltiplo frio.
A fase de preparação na igc: na igc, a preparação dura em média de dois a quatro meses e acontece integralmente dentro da casa, sob sigilo total. Essa fase inclui diagnóstico da companhia, pré-diligência quando o perfil da empresa pede, elaboração da tese de investimento, plano de negócios e valuation. Um cliente resumiu o impacto dessa etapa:
“Eu descobri coisas na minha empresa que nem eu sabia. Eu diria que empresas familiares deveriam fazer o processo mesmo sem intenção de vender. É aí que você vê o que é realmente valioso na sua empresa. Sem a igc o valor da empresa que vendemos seria entre 20% ou 30% menor.” — cliente do setor de agro
Passo 4: o profissional de captação e o custo de oportunidade
Com a empresa preparada, a pergunta seguinte é quem conduz o processo. Um assessor de captação, também chamado de assessor sell-side, prepara a empresa, mapeia investidores, estrutura a tese de investimento, conduz o processo competitivo e negocia os termos. Esse profissional garante que o empreendedor ou a empreendedora chegue à mesa com parâmetro real, em vez de negociar com uma única proposta sem referência.
Quanto custa um assessor? O custo do assessor se mede pelo valor que ele agrega ou pelo valor que a empresa perde sem essa assessoria. A prova mais direta vem de quem viveu as duas experiências:
“Um ano e meio depois de fazer um round sozinho, com a igc conseguimos um valuation seis vezes maior. A diferença veio da estrutura, do preparo e do jeito certo de contar nossa história.” — Juliano Cornacchia, Vórtx (Serviços Financeiros)
A diferença entre uma captação preparada e competitiva e uma captação reativa costuma superar em múltiplos o custo da assessoria. Converse com a igc sobre a captação da sua empresa.
Passo 5: por que captar sozinho custa valuation
Negociar com um único investidor que chegou primeiro limita o poder de escolha do empreendedor ou da empreendedora. Sem outros investidores qualificados na mesa, não existe parâmetro para avaliar se a proposta é competitiva. Nenhum comprador costuma apresentar sua melhor oferta quando acredita estar sozinho.
O processo competitivo muda essa dinâmica. Múltiplos investidores qualificados analisam a mesma operação em paralelo, cada um com uma combinação diferente de taxa, prazo, garantia e velocidade. Com múltiplas propostas, a escolha se dá entre estruturas diferentes, cada uma com sua combinação de condições.
Para entender o custo de captar sozinho, vale comparar com o que um processo competitivo produz na prática:
- CRMBonus: jornada de mais de três anos. Série A co-liderada por Softbank e Riverwood a um valuation de R$ 1 bilhão. Em seguida, um non-deal roadshow, ou seja, aproximação de fundos antes da rodada, sem exposição pública da empresa, liderado pelo time de Miami. Resultado: Série B liderada pela Bond Capital em seu primeiro investimento no Brasil, com participação da Valor Capital. A empresa cresceu 22 vezes em menos de quatro anos.
- Sankhya: empresa familiar de tecnologia em Uberlândia que havia tentado acessar o mercado sem sucesso. A igc reposicionou a companhia como player independente em um mercado consolidado por grandes grupos, com financials consistentemente melhores que os pares. Após receber propostas de compradores estratégicos, os fundadores optaram por fundos. O GIC, fundo soberano de Cingapura, investiu R$ 425 milhões na empresa, como já mencionado no Passo 2.
- Vórtx: captou uma rodada sozinha e, um ano e meio depois, com a igc, alcançou valuation seis vezes maior, como relatado por Juliano Cornacchia no Passo 4.
- LiveMode: captou com General Atlantic e XP Private Equity. A igc estruturou a tese posicionando a companhia a partir de empresas de referência internacional, como Liberty Media e Endeavor. A empresa foi avaliada em R$ 1,2 bilhão.
O mercado reforça essa movimentação. As operações envolvendo fundos de private equity e venture capital movimentaram R$ 36,7 bilhões no primeiro semestre de 2026, crescimento de 30,5% em relação ao mesmo período de 2025. O capital está disponível, e quem chega preparado tende a acessar condições melhores.
Passo 6: captação como etapa de uma jornada e o papel da igc
Uma captação bem estruturada funciona como etapa de uma jornada mais longa. A estrutura negociada preserva o captable, acomoda rodadas futuras e prepara a empresa para uma venda, um IPO ou uma nova rodada de crescimento. A decisão tomada hoje precisa sustentar o que a companhia pretende fazer depois.
A igc atua exclusivamente no sell-side desde 1997 e nunca representou um comprador. Essa escolha elimina o conflito de interesses que existe em bancos de investimento e em boutiques que atuam nos dois lados da mesa. Na prática, isso significa que em nenhuma transação existe relacionamento paralelo com o comprador, e a única agenda é a do cliente.
A igc opera como dez boutiques setoriais dentro de uma só casa, unindo especialização setorial e escala em Agro, Business Services, Consumo, Varejo e Educação, Indústria, IT e Professional Services, Químicos, Real Estate, Saúde, Serviços Financeiros e Tech. A casa tem escala para manter sócios, associados e analistas dedicados a todos esses setores simultaneamente, o que reduz o risco de abordagem generalista.
Mais de 50% das transações da igc envolvem players estrangeiros, com acesso direto a mais de 6.000 compradores e investidores no Brasil e no exterior. A Mergermarket aponta a igc como líder em M&A sell-side na América Latina, com 118 transações concluídas nos últimos cinco anos, em dados de junho de 2026.
O empreendedor ou a empreendedora não precisa esperar a decisão de venda para iniciar essa conversa. Quanto antes o diálogo começar, maior a chance de organizar a empresa para obter o melhor valor no futuro, seja em captação de dívida, em rodada de equity ou em venda. Comece a conversa com a igc para dar o primeiro passo.
Perguntas frequentes (FAQ)
O que é captação de recursos para empresas?
Captação de recursos para empresas é o processo de atrair capital externo para financiar crescimento, inovação, expansão ou estabilidade operacional. Esse capital pode vir na forma de dívida, em que a empresa devolve o valor com juros, ou de equity, em que um investidor recebe participação societária em troca do aporte. Também existem estruturas híbridas, que combinam elementos de dívida e equity. A escolha entre essas modalidades segue os mesmos critérios apresentados no Passo 1.
Qual a diferença entre dívida e equity?
Dívida é capital que a empresa toma emprestado e devolve em prazo e condições definidos, com pagamento de juros. Essa opção preserva o controle societário, mas exige garantias e gera obrigação de pagamento independentemente do resultado da empresa. Equity é capital aportado por um investidor em troca de participação no negócio. Essa alternativa não gera obrigação de pagamento, mas dilui o controle e altera o captable, que é a estrutura de participação dos sócios. A decisão entre as duas modalidades depende do apetite por diluição, da capacidade de pagamento e do momento de mercado, como detalhado no Passo 1.
Como fazer um plano de captação de recursos?
Um plano de captação começa pela definição do objetivo do capital, do prazo em que ele precisa estar disponível e da fonte de pagamento ou retorno esperado. Em seguida, a empresa organiza seus financials, escolhe a estrutura de captação mais adequada entre dívida, equity ou híbrido, prepara a tese de investimento e mapeia os investidores com maior aderência à operação. A fase de preparação, descrita no Passo 3, costuma levar de dois a quatro meses na igc e ocorre sob sigilo, antes de qualquer contato com o mercado.
O que faz um profissional de captação de recursos?
Um assessor de captação, ou assessor sell-side, prepara a empresa para ir a mercado, mapeia os investidores com maior aderência, estrutura a tese de investimento, conduz o processo competitivo e negocia os termos. O papel central desse profissional é criar competição. Em vez de uma única proposta sem referência, o empreendedor ou a empreendedora recebe múltiplas propostas paralelas e escolhe entre estruturas diferentes, cada uma com sua combinação de taxa, prazo, garantia e velocidade, como ilustrado nos Passos 4 e 5.
Quanto cobra um captador de recursos?
A remuneração de um assessor de captação varia conforme a operação e é discutida diretamente com o empreendedor ou a empreendedora. O impacto real aparece na comparação entre o valor obtido com e sem assessoria. Como estimou o cliente do setor de agro citado no Passo 3, sem a igc o valor da empresa teria sido entre 20% e 30% menor. O caso da Vórtx, mencionado no Passo 4, também mostra um valuation seis vezes maior após a assessoria. Em geral, a diferença entre uma captação preparada e competitiva e uma captação reativa tende a superar o custo da assessoria.
Conclusão: a melhor estrutura para o seu deal
Captar recursos para empresas significa escolher a estrutura certa e criar competição entre os potenciais investidores. Negociar sozinho com o primeiro interessado costuma reduzir o valuation e, em muitos casos, gera perda de valor que o empreendedor ou a empreendedora só percebe depois.
A igc partners é a casa do empreendedor. A firma tem sócios conduzindo 100% das transações, atua em sell-side exclusivo desde 1997 e mantém acesso direto a mais de 6.000 compradores e investidores no Brasil e no exterior. A igc Capital Solutions estrutura captações via mercado de capitais, como CRI, CRA, debênture, nota comercial e FIDC, para empresas que precisam de capital sem se diluir. O processo competitivo aplicado em operações de equity também se aplica às operações de dívida, com mais de 125 investidores já apresentando propostas em operações de clientes da casa.
Entre os instrumentos de crédito estruturado, o FIDC é o que mais cresceu no middle market. O patrimônio líquido da indústria de FIDCs no Brasil mais que dobrou em dois anos, passando de R$ 376 bilhões em julho de 2023 para R$ 867 bilhões em abril de 2026. O crescimento foi impulsionado por mudanças regulatórias que ampliaram o acesso ao instrumento, e a igc Capital Solutions já estruturou mais de R$ 3 bilhões em captações de crédito nos últimos três anos.
Para definir a melhor estrutura para o seu deal alinhada com os seus objetivos, fale com a igc partners.